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Ciência prevalece e mulheres trans deixam de jogar vôlei feminino

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou, nesta sexta-feira (14), uma mudança nas regras de elegibilidade das competições femininas. A partir da nova regulamentação, a participação na categoria feminina ficará restrita a atletas consideradas elegíveis de acordo com critérios biológicos e genéticos. 🏐

A decisão segue as diretrizes adotadas pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que utiliza o teste SRY, relacionado à presença do cromossomo Y, como critério inicial para definir a categoria de competição. A medida terá impacto direto sobre atletas trans que atuam no voleibol feminino, entre elas Tifanny Abreu, do Osasco São Cristóvão Saúde. 🔬

Com a mudança, o voleibol brasileiro passa a acompanhar o padrão internacional adotado pela FIVB. Na prática, a categoria feminina será destinada às atletas que atendam aos critérios biológicos estabelecidos pela nova regulamentação, enquanto a categoria masculina seguirá os critérios correspondentes. ⚖️

A discussão sobre gênero, inclusão e equilíbrio competitivo continua gerando debates no esporte. A nova regra, porém, estabelece um critério objetivo de elegibilidade baseado em características biológicas e genéticas para as competições oficiais.

#Voleibol #Superliga #Esporte

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