
De acordo com o secretário da pasta, Brígido Neto, a equipe da SEMMA trabalha com precisão para analisar uma área total estimada em 90 mil metros quadrados (m²). “O mapeamento é um pontapé inicial para a ampliação do parque. Esse estudo preliminar minucioso desenhará com exatidão as diretrizes do projeto executivo final”, explicou.

A primeira fase do projeto cumpre, além do papel estratégico de ordenamento territorial, a missão de fiscalização da área. Os dados topográficos coletados ajudarão a identificar com clareza os limites do parque.
O gestor explica que o objetivo principal do mapeamento é permitir a abertura de novas rotas ecológicas, permitindo que os visitantes desbravem áreas hoje escondidas e intocadas da reserva florestal. O projeto busca estreitar o contato direto da população com a fauna e a flora nativas do ecossistema baiano.

O levantamento topográfico será fundamental para orientar o desenvolvimento da nova estrutura da trilha ecológica. O projeto prevê a criação de um percurso integrado que contará com ciclovia, pista para cooper e uma área totalmente inclusiva, projetada para garantir que pessoas com deficiência (PcD) ou mobilidade reduzida também possam usufruir da área verde com autonomia e segurança.
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